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Este ensaio discute o surgimento das inteligências artificiais gerativas (IAG) e seu impacto sobre o ensino de Português nas escolas, em articulação com a BNCC e com a empiria da experiência em sala de aula na escola pública. Argumenta-se que a IAG nem sempre pode ser vista como «ferramenta» desejável na sala de aula de Português em razão do estágio da aprendizagem de produção de texto dos estudantes. O texto relata brevemente a história da IA, discute questões éticas e morais dos usos da IAG, notadamente na escola, e retoma questões como o erro, o desenvolvimento da autoria e o senso crítico na produção textual de crianças e jovens.
Artículo e62700. Dossier «Inteligências artificiais e suas interfaces». Texto completo en abierto (CC BY 4.0).
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